quarta-feira, 20 de novembro de 2013

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

ODE AO MEU FILHO JUNINHO



Filho, inefável presente,
Que Deus pôs em nosso ninho
Como não viver contente
Tendo por perto Juninho!

Hoje que colhes da vida,
Mais um ano de sucesso,
Nosso amor é sem medida
Do tamanho do universo!

Pedimos ao Criador
Que abençoe teu caminho
Muita força e muito amor
Sucesso e muito carinho.



  

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

HOMENAGEM A TODOS QUE MORAM NA DIMENSÃO DE DEUS

   
Homenagem a todos os parentes e 
amigos que hoje se encontram mais
perto de Deus.
Só as boas recordações contam em nossos corações.
A falta e a saudade são amortecidas 
pelo cotidiano da vida, mas, continuam inteiras, em cada um de nós.
O nosso eterno agradecimento por tudo
que nos ensinaram, e as alegrias que
vivemos juntos.
Perdão pelos momentos em que não os compreendemos e os magoamos.  
O tempo e a maturidade apagam e transmutam qualquer ressentimento.
Na balança da saudade, os pratos que mais pesam são aqueles repletos de aconchego, dedicação, abraços, e amor. 
Foi o tempo que dedicaste à tua rosa  
que a fez tão importante.” 
As violetas estarão sempre florindo
em nossas janelas.
Descansem nos braços do Altíssimo.

terça-feira, 29 de outubro de 2013

CREIO NO VERBO.



Não creio
Na ciência
Na tecnologia
No homem

Creio na Inteligência Universal
Que fez o céu e a terra,
Com milhões de finitos que se expandem
E como o Criador, não têm início nem fim.

Creio no Verbo
Que se fez carne
E pregou o amor
Entre leprosos e mendigos.

Não creio em mim,
Na minha palavra
No meu silêncio.
No meu ser que ora é fogo crepitante
Ou cinzas gélidas, inertes desbotadas
Não creio nas trevas
- O inverso da luz.
Nas montanhas calvas, feias, petrificadas
Como as entranhas do meu ser.

Não creio no espaço
Que distancia, dilata e estreita,
Que delineia diferentes formas e distâncias,
Nas retinas do olhar humano.

Não creio no movimento que tudo modifica
Nas areias raivosas do deserto
Nos mares impetuosos que quebram as espinhas das pedras
Nos vulcões que cospem larvas incandescestes,
Como  monstros vorazes da alma humana.

Não creio na vida que se desfaz com um sopro
Não creio na morte por existir em si mesma
Petrificando e dando força ao nada
Ao nada que sem forma, sem peso passa a existir.

Creio em Deus
Porque não é matéria
Nem células, nem movimento.
Nem tempo, nem espaço.
É existência preexistente.

Creio somente em Deus
Porque sendo Trino é Uno,
Indivisível, Infinito.
É Eterno e Eternidade.
Sendo invisível é sentido.
 Sendo intocável preenche a alma.
Creio em Deus 
Porque sendo pura essência
É mina inesgotável de amor, 
Amor que se multiplica a cada partilha.    
               Jailda Galvão Aires 14/08/1973.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

AMOR LIBERTO


Quero amar e ser também amada.
Eu sendo eu, tu sendo tu. Uma fusão de nós
Na minha liberdade, respeitar tua liberdade.
Ser eu mesma com todos os meus defeitos
Respeitar teus erros e acertos,
Sem violar a nossa identidade.

Almas distintas partilhando uma vida.
Sem regras, cobranças, paradigmas,
Uma troca de nós em sua própria essência. 
Conhecer sem castrar um só dos pensamentos,
Sendo nós mesmos em todos os momentos.
Fundir os corpos sem lograr a consciência

Quero te amar numa entrega sem medo
Beber na mesma taça sem aspirar a alma,
Voar juntos, livres sem algemas,
Sem roubo de sonhos ou de ideais
Sendo nós mesmos seremos muito mais
- Duas rimas distintas num único poema.
                   Jailda Galvão Aires -Ba.1972