domingo, 17 de janeiro de 2021

O MUNDO EM XEQUE-MATE

Um silêncio impera nostálgico, esquivo... 

Parou todo o planeta. Quedou a ambição. 

Na face, o sol, desbotado, compassivo,

Esquadrinha a dor sentenciada ou não.

 

Eclodiu sorrateiro, um magma intrusivo,

Invadindo a Terra em sua vastidão.

Invisível, cruel, Herculano, abrasivo.

Dominou a ciência lançando-a ao chão.

 

Veio do mar, das esferas, do leste, do poente? 

Mutação de um gene? Uma célula doente?

Uma guerra econômica?  Há quem duvide?

 

Poderosos ao chão. Na pirâmide, um império!

Refugiados, mendigos no mesmo cemitério...

O mundo em xeque-mate!  Ciência X Covid

                             Rio, 12/01/2021. Jailda Galvão Aires. 


                                         (contagem 3-6-9-12)OK          


quarta-feira, 13 de janeiro de 2021

GRACIELA - POR MAIS UMA PRIMAVERA

        




      


G-uarda estes versos que versei-te esta manhã
R-ompendo a aurora deste lindo dia!
A flor-mulher, mãe, esposa, filha, irmã,
C-olhe estes versos... Perfumes de açucenas!
I-nspirado na beleza que irradias.
E quando o aroma levado pelos colibris
L-evar aos céus... São hinos de amor por ti,
A-mor plasmado em forma de poema
 Jailda Galvão Aires
Rio, 14 de janeiro de 2026.

domingo, 10 de janeiro de 2021

AMAR EM SONHO

    •   Feliz ao entardecer passas por mim, 
    •   Olhando tudo com teus olhos garços. 
    •   Nem me vês te olhando do jardim
    •   Que em êxtase acompanho os teus passos
    •  
    •   Caminhas com o olhar verde sem fim
    •   Perdido na janela de um terraço.
    •  Olhando a flor mais bela do jardim
    •  Que ao ver-te se abre num ardente abraço

     

    •   E vendo que és feliz e apaixonado
    •   Que amas loucamente a tal donzela
    •   Repouso em um sonho maculado 
    •    
    •   Trocamos beijos. Juras de amor
    •   És todo meu aqui em minha janela
    •   E sonho que sou eu aquela flor...
     
  •           Coaraci/Ba. 02/09/2017 JGAires
  •                    Garço = verde azulado.(2-6-10)OK
  •  

quarta-feira, 6 de janeiro de 2021

ALBAP (Bodas de Algodão)

                   ALBAP (dois anos)

A poesia voa livre sem fronteiras

L evando a inspiração a Terra inteira

B rilhantes versos num só livro escritos

A festejar dois anos de existência, em

P lena “irmanarte” Luso-Brasileira.

            Jailda Galvão Aires


 

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